A seleção colombiana retorna à Copa do Mundo de 2026 em meio a um cenário político tenso, com a eleição presidencial entre Ivan Cepeda e Abelardo de la Espriella. A estreia contra o Uzbequistão ocorre sob a sombra da disputa eleitoral, que tem no futebol um palco de embates simbólicos.
Posicionamento político de jogadores
Jogadores como James Rodríguez e Carlos Valderrama, ícones do futebol colombiano, têm se manifestado politicamente, influenciando o debate público. Enquanto Valderrama se alinha à direita, James demonstra simpatia pela esquerda, refletindo a polarização do país.
A camisa como símbolo de campanha
Assim como ocorreu no Brasil, a camisa da seleção colombiana tornou-se um símbolo político, usada por candidatos para atrair eleitores. O governo do presidente Gustavo Petro tenta usar o futebol para dialogar com comunidades historicamente alinhadas à esquerda, enquanto a oposição busca capitalizar o patriotismo esportivo.
Impacto na Copa do Mundo
A mistura entre futebol e política promete marcar a participação colombiana no Mundial. A seleção, que busca superar as expectativas, carrega não apenas a esperança esportiva, mas também as tensões de um país dividido. A estreia contra o Uzbequistão será o primeiro teste dentro e fora de campo.



