A Copa do Mundo de 2026 já contabiliza ao menos sete casos ou acusações de racismo em pouco mais de um mês desde o início da competição, em 11 de junho. O principal alvo dos ataques é o atacante francês Kylian Mbappé, que tem sido alvo de ofensas racistas dentro e fora de campo.
Episódios dentro e fora de campo
Os episódios ocorreram tanto em estádios quanto nas redes sociais. Entre os casos, destacam-se declarações racistas de figuras públicas e ataques direcionados a jogadores, especialmente Mbappé. A Fifa, que implementou um protocolo antirracismo para o torneio, relatou um aumento significativo de mensagens abusivas online.
Mbappé como principal alvo
Mbappé, principal jogador da França e artilheiro da equipe, tem sido alvo constante de insultos racistas. Em uma partida contra Marrocos, o jogador foi alvo de ofensas nas redes sociais, o que levou a Fifa a abrir uma investigação. Segundo a entidade, o protocolo antirracismo prevê sanções como expulsão de jogadores ou até mesmo a interrupção de partidas.
Fifa e o combate ao racismo
Em resposta ao aumento de casos, a Fifa anunciou medidas mais rigorosas, incluindo o monitoramento em tempo real das redes sociais durante os jogos. A entidade também afirmou que trabalha com as autoridades locais para identificar e punir os responsáveis. "Não toleraremos racismo em nenhuma forma", declarou um porta-voz da Fifa.
Impacto no torneio
Os casos de racismo geraram repercussão internacional e levaram a protestos de jogadores e torcedores. A França, atual campeã, manifestou apoio a Mbappé, e o técnico Didier Deschamps classificou os ataques como "vergonhosos". A expectativa é que a Fifa anuncie novas medidas para coibir o racismo nas próximas fases do Mundial.



