A Seleção Brasileira enfrenta a Noruega neste domingo (5) pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 em um duelo que promete ser o mais tenso até agora. Motivos não faltam: o Brasil nunca venceu a Noruega em quatro partidas oficiais, e os escandinavos contam com nomes como Erling Haaland, um dos maiores atacantes do mundo, e Antonio Nusa, apelidado de “Neymar da Noruega” por sua habilidade e criatividade.
Histórico desfavorável e a força da Noruega
Em quatro confrontos entre as seleções principais masculinas, a Noruega soma duas vitórias e dois empates. O resultado mais marcante foi o triunfo por 2 a 1 na fase de grupos da Copa do Mundo de 1998, último encontro entre os países em Mundiais. A Noruega chega embalada após eliminar a França na fase anterior e conta com uma torcida vibrante que adotou a “remada viking” como símbolo da campanha.
A remada viking: tradição e união
A coreografia, inspirada nos antigos barcos nórdicos, foi criada pelo professor e torcedor Ole Frøystad, integrante da principal torcida organizada da Noruega. O ritual é simples: torcedores e jogadores sentam-se em sequência, movimentam os braços como se remassem e acompanham o ritmo de um tambor, gritando “Ro!” (que significa “remar” em norueguês). Segundo Frøystad, a ideia era criar um símbolo próprio para o Mundial, representando a união necessária para que todos “remem na mesma direção”.
Impacto além dos estádios
A comemoração rapidamente se espalhou para além dos estádios. Foi reproduzida por milhares de torcedores nas ruas, em estações de metrô, na Times Square em Nova York e até durante uma sessão do Parlamento norueguês, tornando-se uma demonstração de apoio à seleção. A coreografia simboliza não apenas o passado viking do país, mas também a ideia de que, juntos, torcida e time podem alcançar grandes objetivos.
Os desafios em campo
Além da festa nas arquibancadas, a Noruega chega com um time forte. Erling Haaland é o principal nome, mas Antonio Nusa, de 21 anos, também chama atenção pela velocidade e dribles. O Brasil precisa superar o histórico desfavorável e a pressão de enfrentar a única seleção que nunca venceu. O duelo promete emoção e define quem avança às semifinais da Copa 2026.



