Um modelo matemático desenvolvido por pesquisadores aponta o Brasil como favorito para vencer o Japão na segunda fase da Copa do Mundo de 2026. A simulação, baseada em dados históricos e desempenho recente das seleções, indica uma probabilidade de 62% de vitória brasileira no confronto.
Chances do Brasil segundo o supercomputador
O supercomputador utilizado no estudo também calculou as chances gerais do Brasil na competição. Segundo a análise, a seleção brasileira tem 18% de probabilidade de conquistar o hexacampeonato, ficando atrás apenas da França (22%) e da Inglaterra (20%). O modelo leva em conta fatores como ranking da FIFA, desempenho em jogos eliminatórios e histórico de confrontos diretos.
Confrontos da segunda fase
A chaveamento da Copa do Mundo 2026 já está definido para os 16 avos de final até a decisão. O Brasil, caso avance, enfrentaria o vencedor do duelo entre Portugal e Uruguai nas oitavas. O caminho até a final inclui possíveis encontros com Alemanha e Argentina, segundo o chaveamento divulgado pela FIFA.
Técnico do Japão planeja cobradores de pênaltis
O técnico do Japão, Hajime Moriyasu, afirmou que ele mesmo escolherá os cobradores de pênaltis caso a partida contra o Brasil termine empatada. "Eu decido quem bate. Os jogadores confiam em mim e vice-versa", disse Moriyasu em entrevista coletiva. A declaração ocorre após o Japão ter perdido nos pênaltis para a Croácia na Copa de 2022.
Ancelotti espera mais tempo de Neymar em campo
O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, manifestou otimismo quanto à condição física de Neymar para o jogo. "Esperamos que ele possa jogar por mais tempo contra o Japão. Ele está evoluindo bem", afirmou Ancelotti. Neymar atuou por 60 minutos no último amistoso, mas ainda não completou 90 minutos desde sua recuperação de lesão.
Impacto nos mercados e na economia
Enquanto a bola rola nos gramados, o mercado financeiro brasileiro opera com leves perdas. O Ibovespa caiu 0,3% nesta segunda-feira, pressionado por ações da Cosan e pela expectativa em torno da política monetária. O governo central registrou déficit primário de R$ 53,257 bilhões em maio, em linha com as projeções do mercado.



