A seleção belga chega à Copa do Mundo de 2026 com um novo ânimo. Após um ciclo marcado por turbulências internas e a saída do técnico Domenico Tedesco, a equipe agora comandada por Rudi Garcia busca reencontrar o caminho das vitórias. A geração de ouro, que encantou o mundo em 2018, já não é mais favorita, mas ainda conta com nomes de peso como Kevin De Bruyne, Thibaut Courtois e Romelu Lukaku.
Renovação com experiência
O técnico Rudi Garcia aposta em uma mescla de juventude e experiência. Além dos medalhões, jovens talentos ganharam espaço, trazendo novas opções táticas. A pressão diminuiu em relação aos ciclos anteriores, e a equipe é vista como azarão, o que pode jogar a favor dos belgas.
Estreia contra o Egito
A Bélgica estreia contra o Egito em Seattle, cidade conhecida pelo clima ameno. As condições climáticas podem beneficiar os europeus, que terão pela frente um adversário tradicionalmente forte. O duelo promete ser equilibrado, com os belgas buscando impor seu ritmo desde o início.
Ciclo conturbado
O caminho até a Copa foi cheio de desafios. A saída de Tedesco gerou instabilidade, mas a chegada de Garcia trouxe nova filosofia. A federação belga espera que a experiência do treinador francês ajude a equipe a superar as dificuldades e avançar no torneio.
Com a combinação de veteranos e novatos, a Bélgica tenta surpreender. A torcida, que antes exigia títulos, agora apoia com expectativas mais realistas. O time está pronto para mostrar que, mesmo como azarão, pode brigar por uma vaga nas fases finais.



