Principal referência ofensiva do Haiti, Frantzdy Pierrot relembrou a infância marcada pela pobreza, violência e falta de comida. Em entrevista, o atacante contou que sua mãe muitas vezes precisava escolher entre comer ou alimentar os filhos.
Infância de superação
Pierrot cresceu em condições extremas no Haiti, um dos países mais pobres das Américas. Ele recorda que a fome era constante e que a violência fazia parte do dia a dia. Apesar das dificuldades, o futebol surgiu como uma válvula de escape e uma oportunidade de mudar de vida.
Carreira e filantropia
Aos 31 anos, Pierrot se destaca no futebol profissional e se tornou um símbolo de esperança para o povo haitiano. Além da carreira esportiva, ele criou uma fundação para ajudar crianças carentes no Haiti. O atacante também planeja trabalhar no FBI após se aposentar do futebol, valorizando a educação como legado familiar.
Pierrot enfrentará o Brasil na Copa do Mundo de 2026, um jogo que ele considera uma oportunidade de mostrar a força do povo haitiano.



