Grupo hacker iraniano ameaça Copa do Mundo de 2026 nos EUA
Hackers iranianos ameaçam segurança da Copa de 2026

Um grupo de hackers ligado ao Irã, conhecido como Handala, lançou ameaças contra a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. Em comunicados recentes, o grupo afirmou ter acessado sistemas de drones do FBI, levantando preocupações sobre a segurança do evento.

Ameaças e alegações contestadas

De acordo com organizações de monitoramento de cibersegurança, parte das alegações do Handala é contestada por especialistas. No entanto, a mensagem do grupo aumenta a tensão em torno da proteção do torneio, que já é um dos maiores eventos esportivos do mundo. O grupo divulgou supostas provas de invasão, mas analistas apontam inconsistências técnicas.

Reação dos Estados Unidos

O governo dos EUA intensificou as medidas de segurança nos estádios e áreas relacionadas à Copa. O Departamento de Estado ofereceu uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações que levem à identificação ou localização dos hackers. A ação faz parte de um esforço mais amplo para proteger o evento, em meio a tensões crescentes com o Irã.

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O grupo Handala já havia realizado ataques cibernéticos contra alvos ocidentais no passado, e a ameaça à Copa do Mundo é vista como mais um capítulo nas hostilidades entre Irã e Estados Unidos. Autoridades americanas afirmam que estão trabalhando com agências de inteligência e parceiros internacionais para neutralizar qualquer risco.

Enquanto isso, seleções como Irã e Gâmbia realizam amistosos preparatórios, como o jogo em 29 de maio de 2026, no sul da Turquia, onde o jogador iraniano Ali Nemati disputou a bola com o gambiano Karamba Gassama. A partida fez parte da preparação para a Copa, mas a sombra das ameaças cibernéticas paira sobre o evento.

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