Nenhum chefe de governo dos três países anfitriões da Copa do Mundo de 2026 deve comparecer às partidas de estreia de suas respectivas seleções. A informação foi confirmada por fontes oficiais nesta quinta-feira, gerando debates sobre os significados políticos e sociais por trás das ausências.
México: gesto simbólico de Sheinbaum
Claudia Sheinbaum, presidente do México, decidiu ceder seu ingresso para a estreia da seleção mexicana a Yolett Cervantes, uma jovem indígena. O ato, segundo a presidência, visa empoderar mulheres no esporte e destacar a diversidade cultural do país. Sheinbaum não estará presente no estádio, mas acompanhará a partida de outro local.
Canadá: Carney prioriza G7
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, também não comparecerá à estreia canadense. Ele estará na Europa para participar da reunião do G7, que ocorre na mesma data. A ausência de Carney levanta questionamentos sobre a prioridade dada ao evento esportivo em relação a compromissos diplomáticos.
Estados Unidos: Trump sem planos
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, não tem planos de comparecer à estreia da seleção americana, de acordo com assessores. A ausência de Trump ocorre em meio a críticas aos altos custos dos ingressos e à logística do evento, que têm gerado insatisfação popular.
Impacto social e político
As ausências dos chefes de Estado refletem questões políticas internas e externas. Enquanto Sheinbaum busca reforçar sua imagem de inclusão social, Carney e Trump enfrentam agendas conflitantes e críticas públicas. O debate sobre os preços dos ingressos e a acessibilidade dos jogos também ganha destaque, com movimentos sociais pedindo maior democratização do evento.
A Copa do Mundo de 2026, que será sediada por México, Canadá e Estados Unidos, promete ser um palco não apenas esportivo, mas também de discussões políticas e sociais. A ausência dos líderes nas estreias pode ser vista como um reflexo das tensões e prioridades de cada governo.



