Giovanni Malago foi eleito presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC) nesta segunda-feira (22), com a missão de levar os tetracampeões mundiais de volta à elite do esporte, após o fracasso na tentativa de se classificar para a terceira Copa do Mundo consecutiva. O empresário de 67 anos e ex-jogador de futsal derrotou Giancarlo Abete com 68,58% dos votos na assembleia da FIGC, em Roma.
Contexto da crise no futebol italiano
O ex-presidente do Comitê Olímpico Nacional Italiano sucede Gabriele Gravina, que renunciou após a surpreendente eliminação nas eliminatórias para a Copa do Mundo em abril, o que provocou indignação generalizada entre torcedores e políticos. Posteriormente, os clubes do país também foram eliminados das competições europeias, deixando o futebol italiano em seu pior momento em 40 anos.
Desafios imediatos de Malago
Malago enfrenta o desafio imediato de unir a federação e lidar com uma profunda crise no futebol italiano. Suas prioridades urgentes incluem nomear um novo técnico da seleção masculina, reformular a formação de jovens talentos e acelerar os preparativos para o Campeonato Europeu de 2032, que a Itália sediará em conjunto com a Turquia.



