Seleção brasileira viaja para Copa com uniforme assinado por Ricardo Almeida
Seleção brasileira viaja com uniforme de Ricardo Almeida

A seleção brasileira de futebol já está a caminho dos Estados Unidos para iniciar os preparativos para a Copa do Mundo. No voo, todos os jogadores vestiam um traje especial encomendado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ao renomado estilista Ricardo Almeida. O paulistano, de 71 anos, é referência em alfaiataria desde a década de 1980 e já vestiu diversas celebridades, além de desenvolver trabalhos para atletas desde a Copa da Rússia, em 2018.

Detalhes do uniforme de viagem

Em abril, Ricardo Almeida apresentou duas versões do uniforme. Para a comissão técnica, optou por alfaiataria clássica, com paletó, calça social, camisa e gravata. Já para os jogadores, o estilista escolheu um visual mais moderno: no lugar do blazer tradicional, o caban – casaco inspirado em marinheiros –, combinado com uma camiseta de algodão e calças de modelagem ampla. A cor escolhida foi um tom de petróleo suave, que mescla azul e verde e pode variar conforme a iluminação.

Reações e aprovação

O look gerou comentários nas redes sociais, mas recebeu elogios do técnico Carlo Ancelotti. Segundo Almeida, Ancelotti estava preocupado com a escolha do estilista, mas aprovou o resultado final, assim como sua esposa. “Ele ficou tranquilo depois que finalizei a roupa dele”, contou o estilista ao Jornal Nacional.

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Trajetória do estilista

Ricardo Almeida iniciou na moda nos anos 1970 e abriu sua marca homônima em 1983. Especializado em alfaiataria masculina de luxo, ele já criou uniformes para a seleção nas Copas de 2018 (Rússia), 2022 (Catar) e agora para 2026 (México e EUA). Todas as peças são feitas sob medida. Em 2018, contou com a ajuda dos filhos Ricardinho e Arthur, que seguem no ramo, focados em alfaiataria para o público jovem.

Outros destaques

O estilista também comentou sobre a escolha do caban: “É uma peça mais fluida, sem ombreiras definidas, que combina com o estilo descontraído dos jogadores”. A comissão técnica, por sua vez, manteve a elegância tradicional. A CBF aprovou o trabalho, que já rendeu memes e elogios.

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