Mara Maravilha, em entrevista recente, pediu para não ser chamada de polêmica, mas sim de autêntica. A apresentadora, que nos últimos meses esteve no centro de controvérsias por criticar a amizade entre Xuxa, Angélica e Eliana, agora evita falar sobre o assunto e afirma que quer paz.
Em julho, Mara disse ao SBT que foi apagada da história por ser morena, enquanto as outras apresentadoras são loiras. “Se você está em uma escola com um monte de loirinhas e é rejeitada, isso não é racismo?”, questionou. Agora, ela se recusa a comentar o episódio e diz que ouvir de fãs que foi a melhor apresentadora infantil é contraditório com o que a mídia aponta.
Demitida pelo SBT em janeiro, Mara curte o descanso em Alphaville, mas quer voltar aos holofotes. Ela relembra sua carreira de quatro décadas, que inclui o auge nos anos 1980 com o programa “Show Maravilha”, discos de sucesso e até uma temporada na Argentina. Em 1995, tornou-se evangélica e passou a se dedicar à música gospel, rejeitando hoje a fase em que posou nua para a Playboy, em 1990.
Sobre a acusação de homofobia, Mara não toca no assunto diretamente, mas afirma que sua vida sempre foi marcada por polêmicas. Ela admite que a experiência no “Fofocalizando”, em 2016, foi dolorosa, apesar de ter feito parte da época áurea do programa.



