Há exatamente um ano, o Brasil se despedia de Preta Gil, cantora que lutava contra um câncer e faleceu em Nova York, nos Estados Unidos, durante um tratamento experimental. Seus momentos finais foram marcados pela presença de familiares e amigos próximos, que garantiram que ela não sentisse dor.
Últimos dias em Nova York
Preta Gil estava internada em um hospital em Nova York quando seu quadro se agravou. A atriz Carolina Dieckmann, amiga de longa data, revelou que acompanhou a cantora nos últimos quatro dias de vida. "Ela estava muito fraca para ser transferida, mas estava lúcida até o fim", disse Dieckmann em entrevista. A cantora não sentia dor, graças aos cuidados paliativos.
Despedida cercada de amor
Nos momentos finais, Preta esteve rodeada por pessoas queridas, como o filho, Francisco, e a madrasta, a atriz e apresentadora. Amigos como Carolina Dieckmann e outros nomes do meio artístico também se revezaram ao seu lado. "Ela partiu em paz, sem sofrimento", afirmou uma fonte próxima à família.
Repatriação e homenagem no Rio
Após a morte, o corpo de Preta Gil foi repatriado para o Brasil. O velório ocorreu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde milhares de fãs prestaram homenagens. A cerimônia foi aberta ao público e contou com a presença de familiares, amigos e admiradores da artista.
Legado de luta e arte
Preta Gil deixou um legado de luta contra o câncer e uma carreira marcada por sucessos musicais. Sua morte, há um ano, comoveu o país e reacendeu debates sobre tratamentos experimentais e cuidados paliativos. A cantora será sempre lembrada por sua força e pelo amor que dedicou à família e aos amigos.



