A Galeria de Apolo, no Museu do Louvre, reabriu ao público após o roubo de 88 milhões de euros em joias da Coroa Francesa ocorrido em 2025. O espaço, que exibia as joias, agora não contará mais com objetos de valor, focando exclusivamente em sua arquitetura histórica do século XVII.
Roubo expõe falhas de segurança
O episódio do roubo expôs graves falhas de segurança no museu mais visitado do mundo. A investigação revelou que os sistemas de alarme e vigilância não funcionaram adequadamente, permitindo que os ladrões levassem as joias sem serem detectados. Como consequência, a diretora do Louvre, Laurence des Cars, foi demitida.
Reabertura com nova proposta
Na reabertura, a ministra da Cultura francesa, Catherine Pegard, esteve presente e destacou a importância de preservar o patrimônio histórico. "A Galeria de Apolo é um tesouro arquitetônico que merece ser admirado por sua beleza intrínseca", afirmou Pegard. Agora, os visitantes poderão apreciar os detalhes do teto pintado e dos ornamentos do século XVII, sem a distração das joias.
Impacto no turismo e na cultura
O roubo das joias da Coroa Francesa abalou a confiança do público na segurança do Louvre. A instituição, que recebe milhões de turistas anualmente, terá que investir em novas tecnologias de segurança para evitar novos incidentes. A reabertura da Galeria de Apolo marca um recomeço, mas com um foco diferente: a valorização da arquitetura e da história do espaço.



