Brasileirão registra 12 demissões de técnicos em 13 rodadas; média de permanência cai para 275 dias
Brasileirão registra 12 demissões de técnicos em 13 rodadas; média de permanência cai para 275 dias

Após 13 rodadas da Série A do Campeonato Brasileiro de 2025, 12 técnicos já foram demitidos, reduzindo o tempo médio de permanência no cargo de 345 para 275 dias – uma queda de 20,2%. A última demissão foi a de Juan Pablo Vojvoda, no Fortaleza, na segunda-feira (14).

Vojvoda, anunciado em maio de 2021, era o segundo técnico mais longevo da Série A, com 1.532 dias no clube. Ele não resistiu a uma sequência de nove jogos sem vitória (sete derrotas). A média de permanência é puxada para baixo pelos 12 treinadores que assumiram em 2025.

Desde junho, quatro novos comandantes chegaram: Daniel Paulista (Sport), Hernán Crespo (São Paulo), Davide Ancelotti (Botafogo) e Fábio Carille (Vitória). Apenas nove clubes – Atlético Mineiro, Bahia, Ceará, Cruzeiro, Flamengo, Internacional, Mirassol, Palmeiras e Red Bull Bragantino – mantiveram seus técnicos desde o início.

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O primeiro demitido foi Mano Menezes, do Fluminense, após a estreia. Ele já foi contratado pelo Grêmio em abril. Em 2024, após 13 rodadas, nove treinadores haviam sido demitidos; ao final, foram 23 trocas em 16 clubes. O recorde de demissões em pontos corridos (desde 2005) é de 2015, com 32 mudanças.

O técnico mais longevo da elite é Abel Ferreira (Palmeiras), com 1.719 dias no cargo. Ele é seguido por Rogério Ceni (Bahia, 675 dias), Leo Condé (Ceará) e Roger Machado (Internacional, 362 dias).

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