Documentário sobre Preta Gil mostra planos de velório e cinzas em diamantes
Preta Gil: documentário revela cinzas viram diamantes

O documentário 'Preta — Eu não ando só', exibido pela TV Globo, mergulha nos últimos meses de vida da cantora Preta Gil, que faleceu em decorrência de um câncer de intestino. A produção, que utiliza registros pessoais feitos pela própria artista em seu celular, revela momentos emocionantes e íntimos, incluindo seus planos para o próprio velório e a decisão de transformar suas cinzas em diamantes para presentear amigos próximos.

Último mergulho e planos para o velório

Um dos trechos mais marcantes mostra Preta Gil realizando seu último mergulho, uma de suas paixões, mesmo durante o tratamento. Em conversas registradas, ela detalha como gostaria que fosse seu velório: uma celebração de sua vida, com música e alegria, em vez de um momento de luto. A artista também expressou o desejo de que suas cinzas fossem transformadas em diamantes, uma ideia que surgiu durante conversas com amigos.

Diamantes para amigos

A produção revela que, a pedido da própria Preta, suas cinzas foram submetidas a um processo que as converteu em diamantes sintéticos. Essas gemas foram então lapidadas e incorporadas em joias, distribuídas entre seus amigos mais próximos como uma forma de permanecer simbolicamente ao lado deles. Segundo depoimentos no documentário, a cantora via nisso uma maneira de espalhar sua energia e amor mesmo após a partida.

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Registros íntimos e trajetória

O documentário é composto majoritariamente por vídeos gravados por Preta em seu celular, oferecendo uma perspectiva única e pessoal de sua luta contra o câncer de intestino. As imagens mostram desde momentos de fragilidade durante as sessões de quimioterapia até celebrações com familiares e amigos. A produção também inclui entrevistas com pessoas próximas, que compartilham memórias e reflexões sobre a força e o otimismo da artista.

Impacto e legado

A exibição do documentário ocorreu no dia em que se completou um ano da morte de Preta Gil, gerando comoção nas redes sociais. Fãs e admiradores destacaram a coragem e a transparência com que ela lidou com a doença. O legado de Preta, tanto musical quanto pessoal, é celebrado na produção, que reforça sua mensagem de que 'não ando só' — uma referência ao título do filme e à sua crença no apoio dos que a amam.

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