Morte de Preta Gil: documentário e série são lançados um ano após
Morte de Preta Gil: documentário e série lançados um ano após

Um ano após a morte da cantora e empresária Preta Gil, nesta segunda-feira (20), dois projetos audiovisuais que contam sua história são lançados: o documentário "Preta - Eu Não Ando Só" e a série "Meu Nome É Preta". Preta Gil morreu aos 50 anos, em Nova York, devido a complicações de um câncer no intestino, enquanto realizava um tratamento experimental nos Estados Unidos desde janeiro de 2023.

Documentário "Preta - Eu Não Ando Só"

Exibido na TV Globo após o programa "Quem Ama Cuida", o documentário traz imagens íntimas dos últimos anos de vida da cantora, captadas por celulares de pessoas próximas. Participam nomes como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gominho e Ana Carolina, além de familiares como Francisco Gil, Sol de Maria e Gilberto Gil. Em um trecho divulgado, Gilberto Gil chora ao falar sobre a ausência da filha: "Quando ela morreu, quando ela teve que ir embora... O mundo disse: 'Poxa vida. Minha menina foi embora. Tenho muita saudade dela'", desabafou.

Série "Meu Nome É Preta" no Globoplay

Com estreia também na segunda-feira (20) no Globoplay, a série documental "Meu Nome É Preta" é dividida em quatro episódios, dirigida por Mini Kerti. O primeiro capítulo é aberto a não assinantes. A narrativa usa registros históricos da infância de Preta Gil na Bahia e arquivos de mídia dos anos 2000, com a própria cantora como narradora por meio de entrevistas recuperadas. A série será disponibilizada semanalmente às segundas-feiras, exceto o quarto e último episódio, que chega no sábado, 8 de agosto, data do aniversário da artista. "Fizemos um recorte que narra sua vida a partir dos acontecimentos marcantes que mudaram seu rumo", descreve a diretora Mini Kerti. "A série mostra que Preta Gil nunca teve medo de revelar a sua essência para o mundo."

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Trajetória de Preta Gil

Filha de Gilberto Gil, sobrinha de Caetano Veloso e afilhada de Gal Costa, Preta Gil deixou a carreira de produtora e publicitária para se tornar cantora aos 29 anos. Sua morte completa um ano, marcada pelo lançamento desses projetos que celebram sua vida e legado.

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