Advogado de Diddy rebate acusações e as classifica como exageradas
Advogado de Diddy rebate acusações e as classifica como exageradas

O julgamento de Sean “Diddy” Combs entrou na fase final nesta sexta-feira (27), após quase dois meses de depoimentos. O rapper é acusado de associação ilícita, tráfico sexual e comandar uma rede ilegal de prostituição. A promotoria afirmou que Diddy usava poder e violência para forçar mulheres a atos sexuais e liderava uma organização criminosa.

A defesa negou os crimes, criticou o processo e classificou a acusação como motivada por dinheiro e não por justiça. O advogado Marc Agnifilo disse que os promotores “exageraram muito” nas evidências do estilo de vida swinger do músico. Em sua argumentação final, Agnifilo ridicularizou o caso do governo e menosprezou os agentes que apreenderam, nas casas do músico, centenas de frascos de lubrificante e óleo de bebê.

“Ele não cometeu os atos pelos quais está sendo acusado. Ele não praticou associação criminosa nem exploração sexual de pessoas”, afirmou o advogado. Agnifilo também chamou o processo de Combs de “julgamento falso” e questionou se alguma testemunha afirmou fazer parte de uma organização criminosa, respondendo com um “não”. Ele argumentou que essas acusações seriam fruto da imaginação da promotoria.

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Se condenado, Diddy pode pegar prisão perpétua. O júri começa a deliberar na segunda-feira (30).

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