Ilha de Paquetá sonha com título de Patrimônio Mundial da Unesco
Ilha de Paquetá busca título de Patrimônio Mundial da Unesco

A Ilha de Paquetá, situada na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, alimenta o sonho de se tornar Patrimônio Mundial da Unesco. Conhecida por sua atmosfera tranquila e belezas naturais, a ilha também é o berço do meia Lucas Paquetá, da seleção brasileira. Enquanto o país vibra com a possibilidade do hexa no futebol, os moradores locais torcem por um reconhecimento internacional que valorize sua história e cultura.

Um refúgio de paz na metrópole

Com ruas de paralelepípedos, ausência de carros e um ritmo de vida pacato, Paquetá oferece um contraste com a agitação do Rio de Janeiro. O clima de tranquilidade é apontado como o principal trunfo para conquistar o título da Unesco. A ilha possui um rico patrimônio histórico, com construções do período colonial e paisagens naturais preservadas, como as praias e morros que encantam visitantes.

Desafios a superar

Apesar do potencial, a candidatura enfrenta obstáculos. A infraestrutura local é precária, com problemas de saneamento básico e transporte limitado, dependente de barcas e ferries. A comunidade espera que o reconhecimento internacional traga investimentos e melhorias. Eventos culturais, como festas tradicionais e exposições, ajudam a manter viva a identidade da ilha e atraem turistas, mas ainda falta estrutura para receber um grande fluxo de visitantes.

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O sonho do título

Os moradores acreditam que o título de Patrimônio Mundial pode impulsionar o turismo sustentável e gerar oportunidades econômicas, sem descaracterizar o local. A candidatura está em andamento, com apoio de órgãos municipais e estaduais. Enquanto a decisão não sai, Paquetá segue como um reduto de sossego, onde o tempo parece passar mais devagar, e a esperança de um futuro melhor se renova a cada dia.

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