Ibovespa sobe 5ª maior alta, adiciona R$ 104 bi e aproxima B3 de R$ 5 tri
Ibovespa sobe 5ª maior alta, adiciona R$ 104 bi à B3

O Ibovespa registrou nesta quinta-feira a quinta maior alta de sua história, com ganho expressivo que adicionou R$ 104 bilhões ao valor de mercado da B3, aproximando a bolsa brasileira da marca de R$ 5 trilhões. O movimento foi impulsionado por fatores externos e internos, incluindo alívio nas tensões comerciais e expectativas positivas para a economia doméstica.

Impacto no mercado

O avanço do Ibovespa reflete um dia de forte otimismo entre investidores, com destaque para ações de grandes empresas como Petrobras, Vale e bancos. A alta de 5% no índice representa a maior variação positiva desde o início do ano, revertendo parte das perdas acumuladas nas últimas sessões. Segundo analistas, o movimento foi puxado por notícias de que o governo estuda medidas para conter a inflação e estimular o crescimento, além de sinais de desaceleração nos juros americanos.

O valor adicionado de R$ 104 bilhões eleva o market cap da B3 para aproximadamente R$ 4,9 trilhões, faltando apenas R$ 100 bilhões para atingir a barreira simbólica dos R$ 5 trilhões. Especialistas apontam que, se o ritmo de alta se mantiver, a marca pode ser alcançada nos próximos dias.

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Setores em destaque

Entre os setores que mais contribuíram para a alta estão o petróleo, com a Petrobras subindo mais de 6%, e o financeiro, com Itaú e Bradesco registrando ganhos acima de 4%. A Vale também teve papel relevante, com alta de 3,5%, impulsionada pela recuperação dos preços do minério de ferro na China.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 1,2%, cotado a R$ 5,10, refletindo o fluxo positivo de capital estrangeiro para a bolsa. Já os juros futuros recuaram, com o DI para janeiro de 2027 caindo para 13,8% ao ano.

Perspectivas

Para os próximos dias, a atenção do mercado se volta para a divulgação do PIB do primeiro trimestre e para a reunião do Copom na próxima semana. A expectativa é de que o Banco Central mantenha a taxa Selic em 14,25% ao ano, mas sinalize possíveis cortes no segundo semestre. Caso o cenário se confirme, o Ibovespa pode testar novos recordes.

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