Os domos geodésicos, construções sustentáveis em formato de cúpula feitas com materiais reciclados, estão se popularizando no Brasil. Em Belém (PA), a arquiteta Tuane Costa e o administrador Thales Barca fundaram uma empresa especializada em construções modulares e ecológicas, oferecendo domos a partir de R$ 60 mil.
As estruturas são formadas por triângulos que se encaixam com precisão, lembrando um iglu, mas com tecnologia e design sustentável. Os materiais incluem madeira, plástico reciclado e resíduos de açaí prensados, garantindo isolamento acústico e térmico. O interior conta com automação, como comando de voz e fechadura digital, e a parte elétrica e hidráulica já sai pronta da fábrica, facilitando a montagem rápida.
A visibilidade trazida pela COP30, realizada em Belém em novembro de 2024, impulsionou a procura pelos domos. Os empreendedores planejam expandir o negócio para outras regiões do Brasil, aproveitando a demanda aquecida mesmo após o evento.
Os domos também valorizam a cultura local, com ladrilhos de estampas regionais criados por artesãos e móveis feitos com madeira de manejo florestal. As paredes de vidro permitem observar o céu, integrando a construção à natureza.



