Brasil flerta com 'voo de galinha' e poupança volta a atrair
Brasil flerta com 'voo de galinha'; poupança atrai de novo

O Brasil está flertando novamente com o chamado 'voo de galinha', um padrão de crescimento econômico que decola rapidamente e depois estagna. A avaliação é do gestor Templeton, que observa sinais de fragilidade na retomada. Ao mesmo tempo, a caderneta de poupança voltou a atrair investidores, mesmo com rendimento baixo, em meio à busca por segurança.

Poupança ganha força apesar de retorno baixo

Dados recentes mostram que o brasileiro voltou a aplicar na poupança, um movimento que surpreende analistas. O retorno do instrumento, atrelado à Taxa Referencial, é inferior à inflação, mas a aversão ao risco tem levado investidores a preferir a segurança da caderneta. Segundo especialistas, a incerteza política e econômica explica parte desse movimento.

Ray Dalio compara momento dos EUA ao 'Suez'

O investidor Ray Dalio afirmou que os Estados Unidos viveram seu 'momento Suez', referindo-se a um ponto de inflexão histórico. A declaração foi feita em meio a debates sobre a concentração do S&P 500, que esconde riscos de diversificação ilusória. Dalio alerta que a sensibilidade a juros pode aumentar.

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Boletim Focus mantém projeções de inflação e Selic

O Boletim Focus desta semana manteve a previsão de inflação para 2026 em 5,33% e a taxa Selic em 14%. Houve leve alta na projeção do PIB, mas o cenário ainda é de cautela. O mercado acompanha de perto os próximos passos do Banco Central.

Saída da Ultrapar da disputa pela Rumo impacta ações

A desistência da Ultrapar na disputa pela Rumo gerou reações no mercado. Analistas avaliam o que isso representa para as ações das empresas envolvidas. A decisão pode abrir espaço para outros concorrentes e alterar a dinâmica do setor logístico.

Câmara pressiona por mudanças no Simples Nacional

A Câmara dos Deputados intensifica a pressão por alterações no Simples Nacional. A Fazenda calcula um impacto de R$ 50 bilhões nas contas públicas caso as mudanças sejam aprovadas. O governo, por outro lado, prepara aumento do teto do MEI, mas barra ampliação do Simples.

Governo central tem déficit primário de R$ 53,257 bilhões em maio

O governo central registrou déficit primário de R$ 53,257 bilhões em maio, em linha com o esperado pelo mercado. O resultado reforça a necessidade de ajuste fiscal. A equipe econômica busca medidas para equilibrar as contas.

Moraes decide sobre prisão domiciliar de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deve decidir nesta semana se prorroga a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida tem gerado debates no cenário político. Flávio Bolsonaro, por sua vez, acelera programas voltados às mulheres após crise com Michelle.

Terremotos na Venezuela: mortos se aproximam de 1.500

O número de mortos pelos dois terremotos que atingiram a Venezuela se aproxima de 1.500. As equipes de resgate continuam trabalhando nos escombros. A comunidade internacional oferece ajuda humanitária.

EUA e Irã suspendem ataques antes de negociações

Estados Unidos e Irã concordaram em suspender ataques mútuos antes das negociações previstas para terça-feira em Doha. A trégua alivia tensões no Oriente Médio e impacta os mercados globais. O petróleo opera em baixa com a notícia.

Brasil precisa de R$ 1 trilhão para infraestrutura, diz CEO da Aegea

O CEO da Aegea afirmou que o Brasil precisa de R$ 1 trilhão em investimentos para 'tirar pessoas do século 19'. A declaração destaca o déficit em saneamento e infraestrutura. O setor privado aguarda maior segurança jurídica para investir.

Startups: 90% dos fundos de VC usam IA para analisar investimentos

Mais de 90% dos fundos de venture capital já utilizam inteligência artificial para analisar investimentos, segundo pesquisa recente. A tendência acelera a tomada de decisão e reduz vieses. No entanto, especialistas alertam para riscos de viés algorítmico.

Caixa Seguridade e SLC Agrícola: análises técnicas

A Caixa Seguridade se aproxima de novo rompimento técnico, enquanto a SLC Agrícola segue pressionada. O Ibovespa futuro opera estável, com trégua entre EUA e Irã e agenda econômica no radar. O mini-índice WINQ26 tem pontos de suporte e resistência definidos.

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