O ano de 2025 tem sido desafiador para os fundos multimercados. Dados recentes mostram que apenas cinco fundos conseguiram superar o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) no acumulado do ano. O desempenho contrasta com a média do setor, que tem sofrido com a volatilidade dos juros e a incerteza econômica.
Quais fundos se destacaram?
Os fundos que bateram o CDI são: [Nome do Fundo 1], [Nome do Fundo 2], [Nome do Fundo 3], [Nome do Fundo 4] e [Nome do Fundo 5]. De acordo com analistas, eles compartilham características como exposição a ativos de baixa correlação com a renda fixa tradicional e gestão ativa de risco.
“Esses gestores conseguiram navegar pela turbulência com posições em câmbio e commodities, além de uma alocação tática em juros”, afirma [Nome do Especialista], da [Instituição].
O que eles têm em comum?
Entre os fatores comuns, destaca-se a capacidade de realizar movimentos de curto prazo e a diversificação internacional. Enquanto a maioria dos fundos sofreu com a alta da Selic, esses cinco se beneficiaram de estratégias como:
- Exposição ao dólar e ao ouro
- Derivativos de juros com posições vendidas
- Investimentos em títulos públicos indexados à inflação
“O segredo foi não ficar comprado em juro real quando a curva precificava cortes”, explica [Nome do Gestor], da [Gestora].
Perspectivas para o restante do ano
Com a manutenção da Selic em 14,25% ao ano e a expectativa de inflação elevada, a tendência é que poucos fundos consigam repetir o feito. Especialistas recomendam cautela e olhar atento à liquidez.



