O mercado de emissão bancária na plataforma da XP oferece, nesta segunda-feira (13), CDBs com taxas prefixadas de até 14,400% ao ano com vencimento em mais de 12 meses. Títulos de inflação pagam até IPCA+ 8,350% em mais de um ano, e os pós-fixados rendem até 106% do CDI no mesmo prazo.
LCAs e LCIs: opções atreladas à inflação e pós-fixadas
As LCAs contam com taxas atreladas à inflação que pagam até IPCA+ 6,180% em mais de um ano, enquanto as pós-fixadas rendem até 85,5% do CDI em mais de 12 meses. Já as LCIs prefixadas pagam até 12,000% ao ano, e as pós-fixadas rendem até 81,5% do CDI com vencimento em mais de um ano.
Ofertas em destaque na XP
Entre as opções disponíveis, o CDB do Banco C6 Consignado S.A. oferece taxa de 101% do CDI com vencimento em julho de 2028. A LCI da CEF paga 81,5% do CDI, também com vencimento em julho de 2028. Já o CDB da Fibra rende IPCA + 8,350% ao ano, com vencimento em julho de 2031.
Para investidores interessados em CDBs, LCIs e LCAs, a XP disponibiliza uma lista completa com mais de mil opções de ativos. As ofertas são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (13).
Cenário de juros futuros impulsiona ofertas
As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a sexta-feira (10) em forte queda, com recuos próximos de 20 pontos-base em diversos vencimentos. O movimento foi impulsionado pelo IPCA de junho, que veio abaixo das expectativas do mercado. O resultado reforçou as apostas de um novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic na reunião de agosto do Copom, levando investidores a reduzir os prêmios embutidos na curva.
A desaceleração da inflação foi disseminada. O IPCA subiu 0,16% em junho, abaixo da projeção de 0,31%, enquanto a inflação acumulada em 12 meses ficou em 4,64%, também inferior ao esperado. O indicador mostrou ainda alívio nos núcleos de inflação, nos preços de serviços e dos bens industriais, fortalecendo a percepção de um cenário mais favorável para a política monetária.
Movimento na curva de juros
O movimento foi mais intenso na ponta curta e intermediária da curva, mais sensível às expectativas para a Selic. O DI para janeiro de 2028 caiu 19 pontos-base, para 13,85%, refletindo o aumento das apostas de flexibilização monetária. A precificação das opções de Copom negociadas na B3 já apontava 72% de probabilidade de corte de 0,25 ponto percentual em agosto.
A ponta longa também acompanhou o fechamento da curva, embora em menor intensidade. O DI para janeiro de 2035 recuou 17 pontos-base, para 14,265%, indicando redução dos prêmios de risco mesmo em um ambiente externo menos favorável.
O desempenho dos DIs ocorreu na contramão dos Treasuries, cujos rendimentos avançaram ao longo da tarde, enquanto as tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã permaneceram no radar. Ainda assim, o comportamento benigno da inflação doméstica prevaleceu sobre os fatores externos.
Com isso, a curva de juros encerrou a semana em queda, liderada pelos vencimentos curtos e intermediários, refletindo a consolidação das expectativas de um novo corte da Selic, enquanto os contratos longos também reduziram prêmios diante da melhora do cenário inflacionário.
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