CDBs da XP pagam até 14,600% ao ano; veja ofertas
CDBs da XP pagam até 14,600% ao ano; veja ofertas

O mercado de emissão bancária na plataforma da XP oferece, nesta quarta-feira (17), CDBs com taxas prefixadas de até 14,600% ao ano com vencimento em mais de 12 meses. Os títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,000% em mais de 1 ano, enquanto os pós-fixados rendem até 106% do CDI em mais de 12 meses. As LCAs contam com taxas pós-fixadas que pagam até 87% do CDI em mais de 1 ano, e as LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

  • CDB BANCO XP S.A. - Taxa: 103% do CDI, Vencimento: junho/2028
  • CDB PICPAY - Taxa: 104,5% do CDI, Vencimento: junho/2030
  • LCA SICOOB - Taxa: 92% do CDI, Vencimento: abril/2033

Quer investir em CDBs, LCIs e LCAs? Acesse a conta na XP e confira uma lista completa com mais de 1 mil opções de ativos. As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (17). Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui.

Cenário Renda Fixa da XP

Após iniciarem o dia em queda, as taxas dos juros futuros (DIs) inverteram o sinal e fecharam a terça-feira (16) com leves altas na maior parte da curva, em um movimento puxado principalmente por fatores domésticos. O principal gatilho foi a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral CNT/MDA, que ampliou a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro, elevando a percepção de risco fiscal entre agentes do mercado.

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O movimento doméstico prevaleceu sobre o ambiente externo mais benigno. No exterior, os rendimentos dos Treasuries recuavam, influenciados por um acordo preliminar de paz entre Estados Unidos e Irã, além da queda do petróleo — fatores que, pela manhã, chegaram a pressionar para baixo toda a curva brasileira. Dados fracos do varejo também reforçaram esse viés inicial de alívio.

As vendas no varejo caíram 1,5% em abril na comparação mensal e subiram 1,0% em base anual, ambos abaixo das expectativas. O resultado fortaleceu a leitura de que o Banco Central pode ter espaço para promover novos cortes na Selic no curto prazo, o que ajudou a derrubar as taxas, especialmente na ponta curta, no início do pregão.

No entanto, a partir do fim da manhã, a curva passou a embutir prêmios de risco mais elevados após a divulgação da pesquisa eleitoral. A leitura de parte do mercado é que um eventual novo governo Lula poderia adotar uma política fiscal mais expansionista, o que pressionou principalmente os vencimentos intermediários e curtos, mais sensíveis à política monetária e ao cenário doméstico.

Assim, a curva curta e intermediária registrou alta — com o DI para janeiro de 2028 subindo 7 pontos-base, a 14,425%, e o contrato para janeiro de 2029 avançando 8 pontos-base, a 14,405%. Já a ponta longa apresentou comportamento mais contido, com o DI para janeiro de 2035 recuando 1 ponto-base, refletindo ainda a influência do cenário externo mais favorável e menor sensibilidade imediata ao ruído político.

O pregão também foi marcado pelo início da reunião do Copom, com o mercado ampliando as apostas em cortes da Selic nas próximas decisões, apesar da volatilidade intradiária. A precificação indica maior probabilidade de redução de 0,25 ponto percentual, evidenciando que, embora o cenário político tenha pesado no curto prazo, a trajetória esperada de juros segue condicionada à desaceleração da atividade e ao ambiente global.

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