O Navio Skandi Amazonas, que está encalhado na Praia Campista, em Macaé, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, iniciou nesta segunda-feira (13) as primeiras intervenções para sua remoção. A embarcação, que pertence à empresa norueguesa DOF e presta serviços de ancoragem para a Petrobrás, encalhou no dia 15 de maio após bater em um banco de rochas, o que rompeu o casco e permitiu a entrada de água. Para evitar o naufrágio, foi realizada uma manobra intencional de encalhe como medida de segurança.
Intervenções na faixa de areia
De acordo com a DOF, as intervenções começaram na madrugada de segunda-feira com a instalação de âncoras na faixa de areia. Essas âncoras farão parte do sistema de ancoragem necessário para as etapas de reflutuação e posterior remoção da embarcação. Funcionários da Oceanpact, empresa de serviços marítimos de logística e engenharia, também estiveram no local para realizar a contenção das correntes. A Oceanpact integra a equipe da DOF e trabalha em conjunto no Plano Executivo de Salvamento.
Aprovação das autoridades
A empresa norueguesa informou, em nota, que todas as intervenções previstas no plano de salvamento foram previamente apresentadas e aprovadas pelas autoridades competentes, incluindo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), a Capitania dos Portos e a Prefeitura Municipal de Macaé.
A DOF foi procurada pelo g1 para comentar sobre o cronograma e os próximos passos para a remoção integral do Skandi Amazonas, mas não se pronunciou até o fechamento da reportagem.



