A Pasi Farma lançou uma iniciativa que permite aos consumidores comprar produtos farmacêuticos a preço de custo, eliminando margens de lucro tradicionais. A medida visa tornar medicamentos e itens de higiene mais acessíveis, especialmente em um contexto de alta nos preços.
Como funciona o modelo de preço de custo
De acordo com a empresa, o modelo estabelece que os produtos são vendidos pelo valor exato pago aos fornecedores, acrescido apenas de impostos e custos logísticos essenciais. A Pasi Farma afirma que não há margem de lucro sobre os itens, o que representa uma economia de até 30% para o consumidor final em comparação com farmácias tradicionais.
"Queremos democratizar o acesso a produtos essenciais para a saúde e o bem-estar", declarou o CEO da Pasi Farma, em comunicado oficial. A empresa espera que a iniciativa beneficie milhões de brasileiros que enfrentam dificuldades para arcar com despesas farmacêuticas.
Impacto no mercado farmacêutico
A estratégia da Pasi Farma pode pressionar outras redes do setor a reverem suas políticas de preços. Especialistas apontam que a medida é inovadora no Brasil, embora existam modelos semelhantes em outros países, como os Estados Unidos, onde farmácias de custo têm ganhado espaço. A empresa planeja expandir o modelo para todas as suas lojas físicas e online até o final do ano.
Atualmente, a Pasi Farma conta com 50 unidades em operação, concentradas na região Sudeste. A meta é chegar a 100 lojas até 2027, levando o modelo de preço de custo para novas regiões.
Reações e perspectivas
Consumidores já relataram redução significativa nos gastos com medicamentos de uso contínuo, como anti-hipertensivos e antidiabéticos. "Comprei meus remédios do mês por quase metade do preço que pagava antes", disse Maria Aparecida, cliente da Pasi Farma em São Paulo. A iniciativa também inclui itens de higiene pessoal e cosméticos, ampliando o alcance da economia.
A Pasi Farma informa que a sustentabilidade do modelo depende de parcerias com fornecedores e da eficiência operacional. A empresa não descarta a inclusão de novos produtos, como suplementos alimentares, no futuro próximo.



