A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, reportou lucro líquido de US$ 1,9 bilhão no segundo trimestre de 2025, impulsionado pelo crescimento da receita e pela valorização dos mercados. A receita total atingiu US$ 7,08 bilhões, alta de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Ativos sob gestão batem recorde
Os ativos sob gestão (AuM) da empresa alcançaram US$ 15,3 trilhões, um novo recorde histórico. O crescimento foi atribuído à forte captação líquida de recursos e à valorização dos ativos financeiros nos mercados globais.
De acordo com o CEO Larry Fink, o desempenho reflete a confiança dos investidores na gestão ativa e passiva da BlackRock, além da expansão em produtos de renda fixa e alternativos.
Resultados por segmento
A receita de taxas de administração cresceu 25%, para US$ 5,2 bilhões, enquanto a receita de serviços de consultoria e tecnologia financeira subiu 18%. A empresa também registrou aumento no fluxo de entrada de capital em ETFs e fundos indexados.
O lucro por ação (EPS) ajustado foi de US$ 12,35, superando as estimativas de analistas consultados pela Refinitiv, que previam US$ 11,90.
Perspectivas
A BlackRock espera continuar se beneficiando da tendência de investimento passivo e da demanda por soluções de tecnologia em gestão de patrimônio. A empresa mantém guidance de crescimento de receita de dois dígitos para o ano fiscal de 2025.



