Os Estados Unidos ameaçam o Brasil com novas tarifas, mas o Ibovespa sobe e o dólar cai. O que explica essa reação do mercado? Enquanto o governo americano propõe uma taxação de 25% sobre diversos produtos brasileiros, investidores parecem confiantes na capacidade de negociação do país.
Argumentos dos EUA para a tarifa de 25%
Os EUA justificam a medida com base em práticas consideradas irracionais, como decisões do STF, regras do Pix e políticas para o etanol. A Seção 301, mecanismo usado para embasar a decisão, permite tarifas retaliatórias contra práticas desleais de comércio.
Produtos isentos e afetados
A tarifa pouparia café, carnes e aeronaves, mas atingiria outros setores. Veja a lista de produtos que ficariam isentos e os que seriam taxados.
Próximos passos
Os EUA marcaram uma audiência para 6 de julho. O governo federal vê margem para negociação, enquanto a oposição mira movimentos sociais com a Lei Antiterrorismo.
Reação do mercado
O Ibovespa futuro avança após perdas da véspera, com foco nas tarifas e nos dados de emprego JOLTS. O dólar cai, refletindo otimismo com as negociações.
Impacto em outros setores
A crise do whey protein encarece a proteína e trava a produção de snacks. No esporte, Bia Haddad exalta a performance de João Fonseca em Roland Garros. Já o seguro-viagem para a Copa de 2026 pode custar de R$ 500 a R$ 2 mil.



