Ibovespa sobe 0,64% e volta a testar médias, mas segue em consolidação
Ibovespa fecha em alta de 0,64% após três quedas

O Ibovespa voltou a fechar no positivo após três sessões consecutivas de queda, encerrando o último pregão com alta de 0,64%, aos 172.787 pontos. Apesar da recuperação, o índice ainda permanece em uma fase de consolidação iniciada após renovar a máxima histórica em 199.354 pontos, em abril. A defesa da região dos 167.650 pontos interrompeu a pressão vendedora recente, enquanto o retorno acima das médias móveis de curto prazo melhora a leitura técnica, mas ainda sem confirmar uma retomada da tendência de alta.

Análise técnica do Ibovespa no gráfico diário

No gráfico diário, observa-se que o Ibovespa voltou a negociar acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, após encerrar a última sessão em alta de 0,64%, aos 172.787 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) de 14 períodos marca 49,93 pontos, em região neutra, reforçando um cenário de equilíbrio entre compradores e vendedores. Segundo o analista técnico Rodrigo Paz, o índice segue em consolidação e precisará romper as resistências em 174.425 e 178.340 pontos para fortalecer o movimento de recuperação. Acima dessas regiões, poderá buscar 181.560, 187.780, 192.890 e, posteriormente, a máxima histórica em 199.354 pontos.

Por outro lado, a perda do suporte em 167.650 pontos poderá recolocar o índice sob pressão, abrindo espaço para novas quedas em direção aos 164.780, 161.745, 157.000 e 153.570 pontos.

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Análise de médio prazo no gráfico semanal

No gráfico semanal, o Ibovespa acumula alta de 7,24% em 2026, mas segue em consolidação após renovar a máxima histórica em 199.354 pontos. Vale destacar que, no pico do movimento de alta, o índice chegou a registrar valorização superior a 23% antes de iniciar o processo corretivo. Atualmente, o índice negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, enquanto o IFR (14) está em 48,53 pontos, em região neutra, indicando um mercado ainda sem direção predominante.

Na leitura de Rodrigo Paz, a faixa de 167.650 pontos permanece como o principal suporte do médio prazo. Caso esse nível seja perdido, o movimento corretivo poderá ganhar força e levar o índice aos suportes em 164.780, 154.055, 147.575, 140.230 e 131.550 pontos. Por outro lado, para retomar o fluxo comprador, será importante recuperar inicialmente a região das médias móveis e superar a resistência em 174.425 pontos. Acima desse patamar, o Ibovespa poderá buscar 181.225, 192.625 e novamente a máxima histórica em 199.354 pontos. Enquanto permanecer dentro da atual faixa de consolidação, o mercado ainda aguarda um rompimento mais consistente para definir sua próxima tendência.

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