O Goldman Sachs elevou a recomendação das ações da Bradsaúde de neutra para compra, destacando a 'união de crescimento e proteção' como principal atrativo. O banco estabeleceu preço-alvo de R$ 18,00, implicando potencial de valorização de cerca de 20% em relação ao fechamento anterior.
Motivos da recomendação
Segundo relatório do Goldman Sachs, a Bradsaúde apresenta um modelo de negócios resiliente, combinando crescimento orgânico com proteção contra riscos regulatórios e macroeconômicos. O banco destaca a diversificação da carteira de planos de saúde e a eficiência operacional da empresa.
O analista responsável pelo relatório afirmou que 'a Bradsaúde está bem posicionada para capturar ganhos de eficiência e expandir margens, mesmo em um cenário de juros elevados'. A recomendação de compra reflete a confiança na capacidade da empresa de gerar valor no longo prazo.
Contexto do mercado
A elevação ocorre em meio a um período de volatilidade no mercado de saúde suplementar, com pressões regulatórias e aumento de sinistralidade. No entanto, o Goldman Sachs acredita que a Bradsaúde tem vantagens competitivas, como escala e gestão de custos, que a diferenciam dos pares.
As ações da Bradsaúde acumulam alta de 8% no ano, mas ainda negociam a múltiplos considerados atrativos pelo banco. O preço-alvo de R$ 18,00 representa um upside significativo em relação ao preço atual.



