Grupos de WhatsApp com mais de 3.500 integrantes se transformaram em um verdadeiro 'feirão do crime', onde são comercializados abertamente armas, drogas, veículos roubados e outros produtos ilícitos. As comunidades permanecem ativas na plataforma até a publicação desta reportagem, operando com regras internas e uso de códigos para burlar a fiscalização.
Como funciona o mercado clandestino
De acordo com a reportagem, os grupos funcionam como um 'shopping clandestino', com anúncios de pistolas, fuzis, munições, cocaína, maconha, carros e motos roubados. Os vendedores utilizam linguagem codificada e combinam pagamentos por meio de transferências bancárias ou criptomoedas. A Polícia Civil já está investigando o esquema, que envolve criminosos de diferentes regiões.
Meta se pronuncia
Procurada, a Meta, dona do WhatsApp, destacou que o uso do aplicativo para fins ilegais é proibido e que a empresa investe em tecnologias para detectar e remover conteúdo criminoso. No entanto, os grupos continuam ativos, desafiando as autoridades.



