Vazamento de chorume no aterro de Seropédica
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) orientou os moradores de Seropédica, na Baixada Fluminense, a evitarem o uso de água de poços e rios da região após um vazamento de chorume no aterro sanitário local. O órgão ambiental confirmou o extravasamento do líquido contaminado durante uma vistoria realizada no local e determinou uma série de medidas emergenciais para conter o problema.
Medidas emergenciais determinadas pelo Inea
Entre as ações exigidas pelo Inea estão a drenagem e sucção do efluente vazado, além da retirada do solo contaminado. O objetivo é evitar que o chorume atinja corpos d'água e cause danos ao meio ambiente e à saúde da população. O instituto também recomendou que os moradores não utilizem a água de poços e rios da região até que a situação seja normalizada e a qualidade da água seja atestada por análises laboratoriais.
Posicionamento da empresa responsável
A Regenera, empresa responsável pela operação do aterro sanitário de Seropédica, informou que o vazamento já foi controlado. Em nota, a companhia afirmou que equipes técnicas atuaram rapidamente para conter o extravasamento e que o monitoramento da qualidade da água na região está sendo realizado de forma contínua. A empresa também destacou que está colaborando com o Inea para garantir a segurança ambiental e a saúde dos moradores.
Impacto e monitoramento
O vazamento de chorume representa um risco significativo para o abastecimento de água local, especialmente para comunidades que dependem de poços e cursos d'água próximos ao aterro. O Inea segue acompanhando a situação e pode ampliar as medidas caso necessário. A orientação para a população é manter-se informada pelos canais oficiais e evitar contato com a água da região até novas orientações.



