Dois torcedores uruguaios foram condenados pela Justiça do Rio de Janeiro por atos de vandalismo ocorridos em 2024, antes de uma partida da Copa Libertadores da América. Bruno Nanchez e Sérgio Silveira, identificados como torcedores do Club Atlético Peñarol, foram responsabilizados por agredir agentes da Polícia Militar e apoiadores do Botafogo, time rival na ocasião.
Detalhes das condenações
Bruno Nanchez foi condenado a seis meses de prisão pelos crimes de lesão corporal e resistência. Já Sérgio Silveira recebeu pena de dois meses de reclusão pelo crime de resistência. As penas foram definidas após análise das provas colhidas durante a investigação, que incluiu depoimentos de testemunhas e imagens de câmeras de segurança.
Contexto dos incidentes
Os atos de vandalismo aconteceram no bairro do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia do Ministério Público, os torcedores uruguaios reagiram violentamente a ordens da Polícia Militar, que tentava controlar a movimentação de torcedores antes do jogo. Durante a confusão, os acusados agrediram policiais e torcedores do Botafogo, além de causarem danos materiais a veículos e propriedades próximas.
Repercussão e impacto
O caso gerou repercussão negativa, especialmente entre as torcidas organizadas e autoridades locais. A condenação foi vista como um alerta para a necessidade de maior rigor no combate à violência no futebol. Segundo o juiz responsável pelo caso, as penas aplicadas visam coibir novos episódios de vandalismo e garantir a segurança em eventos esportivos. A defesa dos condenados ainda pode recorrer da decisão.



