A Polícia Civil do Rio de Janeiro incinerou, nesta quinta-feira (25), aproximadamente 1,5 tonelada de drogas apreendidas em operações realizadas nas regiões Norte e Noroeste Fluminense. A destruição do material ocorreu sob a supervisão de um representante do Ministério Público, conforme determina a legislação brasileira.
Procedimento legal e segurança
De acordo com a Polícia Civil, todo o material destruído foi apreendido durante ações de combate ao tráfico de drogas na região. Após a conclusão dos procedimentos legais, os entorpecentes foram encaminhados para incineração. A ação foi coordenada pelo Posto Regional de Polícia Técnico-Científica (PRPTC) de Campos dos Goytacazes e contou com a participação de equipes do PRPTC Macaé, PRPTC Pádua, das 121ª, 123ª e 134ª Delegacias de Polícia, da 6ª Delegacia de Polícia de Área (DPA), do 4º Comando Regional de Polícia (CRP), além do coordenador do CRPTC-NF, do perito criminal Frederico Ozório e da delegada adjunta da 134ª DP, Madeleine Dykeman.
Objetivo da incineração
A destruição das drogas é um procedimento previsto na Lei de Drogas. Após a apreensão, a realização da perícia e a retirada de uma amostra para servir como prova no processo criminal, o restante do material pode ser incinerado mediante autorização judicial e com acompanhamento do Ministério Público. A medida tem como objetivo impedir que os entorpecentes retornem à circulação e garantir o descarte seguro do material ilícito.
Impacto no combate ao tráfico
A incineração faz parte das ações permanentes de combate ao tráfico de drogas e de cumprimento dos procedimentos previstos na legislação brasileira. A fábrica utilizada para incinerar as drogas foi em Cantagalo, na Região Serrana do Rio. Segundo a Polícia Civil, a operação reforça o compromisso das autoridades em retirar de circulação grandes quantidades de entorpecentes, contribuindo para a redução da criminalidade na região.



