Morte em rope jumping expõe falhas na fiscalização de esportes de aventura
Morte em rope jumping expõe falhas na fiscalização

A morte de uma jovem durante um salto de rope jumping em Limeira reacendeu o debate sobre a segurança em esportes de aventura no Brasil. Especialistas ouvidos afirmam que, apesar de existirem normas de segurança, o setor sofre com fiscalização deficiente, operadores sem qualificação e descumprimento de protocolos.

Regulamentação existe, mas não é cumprida

A Lei Geral do Turismo (Lei 11.771/2008) e normas da ABNT estabelecem diretrizes para atividades de aventura. No entanto, na prática, a fiscalização é falha. "Não foi uma fatalidade. Foi uma sucessão de erros que poderiam ter sido evitados", diz um especialista em segurança esportiva.

Falhas na qualificação dos operadores

Outro ponto crítico é a falta de capacitação dos profissionais. Muitos operadores não possuem treinamento adequado para lidar com equipamentos e situações de emergência. "O rope jumping exige conhecimento técnico específico. Sem isso, o risco aumenta exponencialmente", alerta um instrutor certificado.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Propostas para melhorar a segurança

Em São Paulo, tramitam projetos que preveem credenciamento obrigatório e certificação rigorosa para instrutores. A ideia é que apenas profissionais habilitados possam operar atividades de aventura, com inspeções periódicas e punições para quem descumprir as regras.

A tragédia em Limeira serve como alerta para a urgência de uma fiscalização mais eficaz. Enquanto isso, especialistas recomendam que os praticantes verifiquem a reputação do operador e exijam a apresentação dos certificados de segurança antes de qualquer salto.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar