Três instrutores foram presos em São Paulo após a morte de Maria Eduarda, uma jovem que caiu de 40 metros durante uma atividade de rope jump. Em depoimentos, eles não conseguiram explicar como a vítima foi lançada sem estar conectada ao sistema principal de segurança. A polícia investiga o caso e destaca a falta de uma empresa formal no evento. A defesa nega dolo eventual, afirmando que não houve intenção de causar a morte.
Detalhes do acidente
O acidente ocorreu no interior de São Paulo, durante uma apresentação de rope jump. Maria Eduarda foi lançada do equipamento, mas as cordas de segurança não estavam fixadas. Os instrutores presos não souberam esclarecer como a falha aconteceu, segundo relatos obtidos pela polícia.
Investigação em andamento
A polícia apura as circunstâncias do acidente e a responsabilidade dos instrutores. A ausência de uma empresa formal no evento é um dos pontos investigados. A defesa dos presos argumenta que não houve dolo eventual, ou seja, não houve intenção de causar a morte da jovem.
Repercussão
O caso gerou comoção e levantou questionamentos sobre a segurança em atividades radicais. Familiares e amigos de Maria Eduarda aguardam justiça. A polícia continua ouvindo testemunhas e analisando provas técnicas.



