Empresário preso por morder sogra e arrancar parte do dedo no Piauí
Empresário preso por morder sogra e arrancar dedo no PI

A Polícia Civil do Piauí (PCPI) prendeu na quinta-feira (2) um empresário identificado pelas iniciais F.D.C. do E.S., suspeito de agredir a esposa, a enteada e a sogra. Durante as agressões, ocorridas em 12 de abril deste ano em Teresina, o homem teria mordido a sogra e arrancado parte de um de seus dedos. A prisão foi realizada no município de União.

Detalhes das agressões

Segundo relato da enteada à polícia, o padrastro chegou à residência onde ela mora com o irmão em aparente estado de embriaguez e iniciou uma discussão com a companheira. A jovem informou que o desentendimento começou após a mulher sugerir que ele tomasse banho e fosse descansar. O empresário passou a proferir ofensas contra a esposa e, em meio à discussão, a empurrou.

A sogra, que estava na casa, tentou intervir para defender a filha. Nesse momento, houve um confronto físico entre os dois. A enteada relatou que entrou no quarto ao perceber a situação e tentou afastar a avó do padrastro. Nesse momento, ele teria mordido a sogra e arrancado parte de um de seus dedos.

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Tentativa de fuga e novas agressões

Após o episódio, o empresário tentou deixar o imóvel. Já na área externa da residência, ele teria procurado um pedaço de madeira para agredir as mulheres, mas foi impedido pela enteada, que também acabou sendo mordida no braço. Em seguida, o homem teria se deslocado para uma residência localizada em União.

Ação policial e prisão

As vítimas procuraram a Casa da Mulher Brasileira, onde registraram um boletim de ocorrência e foram submetidas a exames de corpo de delito. A partir das denúncias e dos laudos periciais, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar os crimes de lesão corporal no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. Com o avanço das investigações, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva do empresário. O pedido foi autorizado pela Justiça e cumprido na última quinta-feira (2). Após a captura, ele foi encaminhado à unidade policial para os procedimentos cabíveis e permanece à disposição do Poder Judiciário.

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