Um avião colidiu com um drone ao pousar no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, no dia 1º de junho. A aeronave havia decolado de Buenos Aires, Argentina, e o impacto ocorreu durante a aproximação final para o pouso. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) classificou o evento como um incidente aeronáutico, sem danos a terceiros e sem necessidade de abertura de investigação formal, seguindo os protocolos internacionais de aviação.
Detalhes do incidente
De acordo com informações divulgadas pelo Cenipa, a colisão não resultou em feridos ou danos significativos à aeronave. O drone, cujo operador não foi identificado, teria invadido o espaço aéreo controlado do aeroporto. O incidente foi registrado como tal porque, embora tenha havido contato físico entre o drone e a aeronave, não houve consequências graves que exigissem uma investigação aprofundada, conforme os critérios estabelecidos pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI).
Impacto e medidas de segurança
O caso reacende o debate sobre a segurança no espaço aéreo próximo a aeroportos, especialmente com o aumento do uso de drones. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Cenipa reforçam a importância do cumprimento das regras de voo para drones, que proíbem a operação em áreas próximas a aeroportos sem autorização. Até o momento, não há informações sobre a identificação do proprietário do drone ou sobre possíveis sanções.



