A obesidade é a principal doença nutricional entre cães no Brasil, afetando cerca de 40% dos pets. A doença reduz a expectativa de vida dos cães em aproximadamente dois anos, além de poder levar a problemas respiratórios e doenças metabólicas. O personal trainer Roberto Stefani, 47 anos, cuida de seu pug Buddy, de 14 anos, que pesa cerca de 16 quilos. Para combater a epidemia, o mercado pet inova com rações específicas, suplementos e programas de exercícios físicos.
Impactos da obesidade canina
De acordo com veterinários, a obesidade canina não apenas encurta a vida dos animais, mas também causa complicações como diabetes, artrite e dificuldades respiratórias. A condição é multifatorial, envolvendo genética, alimentação inadequada e falta de atividade física.
Inovações no mercado pet
Empresas do setor lançaram rações com baixo teor calórico e alto teor de fibras, além de suplementos que auxiliam na saciedade e no metabolismo. Também surgem aplicativos e dispositivos para monitorar a atividade física dos cães. O personal trainer Roberto Stefani destaca a importância de exercícios regulares: "Buddy faz caminhadas diárias e exercícios específicos para manter o peso."
Prevenção e tratamento
Especialistas recomendam consultas regulares ao veterinário para avaliação do escore corporal e planejamento alimentar. A combinação de dieta balanceada, exercícios e, em alguns casos, suplementação, é essencial para o controle de peso. O mercado pet continua investindo em pesquisas para oferecer soluções cada vez mais eficazes contra a obesidade canina.



