A 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ em São Paulo reuniu 36,8 mil pessoas neste domingo, conforme levantamento da Universidade de São Paulo (USP). O evento ocorreu em meio a uma significativa redução de patrocínios e intensos debates sobre política e eleições.
Desafios financeiros e políticos
A edição deste ano enfrentou uma queda de 60% na receita devido à saída de patrocinadores. Apenas três empresas apoiaram a parada em 2026, refletindo uma retração global nos investimentos voltados à diversidade. Além disso, um projeto de lei que busca limitar a celebração gerou polêmica e mobilizou participantes.
Foco no voto e direitos LGBT+
Com ênfase no voto e na defesa dos direitos da comunidade LGBT+, a parada serviu como palco para discussões políticas. Trios elétricos percorreram a Avenida Paulista, enquanto ativistas e artistas reforçaram a importância da participação eleitoral para garantir avanços legais.
- Redução de 60% na receita do evento
- Apenas três patrocinadores em 2026
- Projeto de lei contra a celebração em tramitação
Apesar dos desafios, a organização destacou a resistência e a união da comunidade. A edição de 2026 reforçou a necessidade de continuar lutando por igualdade e representatividade, mesmo diante de adversidades econômicas e políticas.



