A Operação Última Parada, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo em conjunto com o Ministério Público Estadual, resultou na prisão do vereador paulistano Senival Moura (PT) e no desmantelamento de um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) em empresas de ônibus. Durante as buscas, os agentes encontraram um laboratório de drogas, quatro fuzis e R$ 65 mil em espécie.
Alvo principal: Transunião
A investigação mirou a Transunião, concessionária que opera linhas de ônibus em São Paulo, suspeita de utilizar métodos similares aos de outras empresas do setor para ocultar recursos ilícitos provenientes do tráfico de drogas e outras atividades criminosas do PCC. A Justiça bloqueou R$ 197 milhões em bens das empresas e dos investigados.
Apreensões e prisões
Além do vereador, outras pessoas foram presas preventivamente. Os policiais apreenderam grande quantidade de drogas, armamento de guerra e dinheiro vivo. A operação é considerada um dos maiores golpes contra a lavagem de dinheiro do PCC no setor de transporte público.
Repercussão
A prisão de Senival Moura, que está em seu primeiro mandato na Câmara Municipal de São Paulo, causou forte repercussão política. O PT informou que acompanhará o caso e prestará assistência jurídica ao vereador, mas não comentou o mérito das acusações.



