O Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) confirmou a contaminação radiológica de dois servidores por tecnécio-99, mas classificou o incidente como de 'pequena magnitude'. A instituição esclareceu que o evento foi de baixíssima magnitude e não representou qualquer risco à saúde dos trabalhadores envolvidos.
Detalhes da contaminação
Segundo o Ipen, as contaminações foram superficiais e restritas a roupas e calçados. Os protocolos de descontaminação foram seguidos rigorosamente, e o caso não oferece perigo à saúde pública ou ao meio ambiente. O instituto garantiu que todas as medidas cabíveis foram tomadas imediatamente após a identificação do ocorrido.
Origem da denúncia
Uma denúncia anônima trouxe visibilidade ao caso, mas o Ipen refutou informações falsas que circularam sobre a gravidade do incidente. Relatórios detalhados foram enviados às autoridades competentes, incluindo a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e outros órgãos reguladores.
O tecnécio-99 é um isótopo radioativo utilizado em medicina nuclear para diagnósticos. A exposição a pequenas quantidades, como no caso relatado, não apresenta riscos significativos à saúde, segundo especialistas.
Posicionamento oficial
Em nota oficial, o Ipen reforçou seu compromisso com a segurança radiológica e a transparência. 'A instituição possui rigorosos protocolos de segurança e monitoramento constante para garantir a integridade de seus funcionários e do ambiente', afirmou o comunicado.
O caso serve como alerta para a importância da manutenção dos padrões de segurança em instalações nucleares, mesmo em situações de baixa gravidade.



