Um homem de 38 anos, natural de Dublin (Irlanda), foi condenado a 14 anos de prisão pela morte de uma parceira durante sexo. O caso foi julgado por um tribunal de Budapeste (Hungria). O réu, que não foi identificado por razões legais húngaras, afirmou que a americana Mackenzie Michalski, de 31 anos, morreu em decorrência de uma "prática sadomasoquista consensual".
Tribunal rejeita alegação de consentimento
No entanto, o Tribunal Metropolitano de Budapeste rejeitou a alegação nesta sexta-feira (10/7) e determinou que o irlandês cumpra a pena em prisão de segurança máxima na Hungria. Nicholas, irmão de Mackenzie, elogiou o juiz por aplicar uma pena mais severa do que a solicitada pela Promotoria da capital húngara. O caso teve grande envolvimento da Embaixada dos EUA na Hungria.
"O importante é que o assassino seja mantido fora das ruas. Que ele não possa fazer isso com outras pessoas", disse Nicholas ao deixar a corte, segundo o "U.S. Sun".
Vítima era enfermeira e visitava Budapeste
Mackenzie Michalski era enfermeira e tinha 31 anos. Ela estava visitando Budapeste. A última vez que a americana foi vista com vida foi numa casa noturna de Budapeste, na companhia do irlandês, que acabou preso no seu apartamento alugado, em 7 de novembro no ano passado.
O condenado gravou vídeos macabros do corpo dela, segundo foi revelado no julgamento, que teve grande repercussão no país europeu. Em seguida, o irlandês enterrou o corpo de Mackenzie, que era de Portland (Oregon, EUA), em cova rasa numa área rural, esperando que javalis devorassem os seus restos mortais.
Pena e expulsão após cumprimento
Após cumprir a sentença, o irlandês será expulso da Hungria. O tribunal determinou que ele cumpra a pena em prisão de segurança máxima.



