Após coletar informações na Suécia e na França, Rafael Guarita prepara o lançamento de sua startup focada no ensino socioemocional. No dia 22, na Pinacoteca Contemporânea, em São Paulo, ele apresenta oficialmente a Conecta, um projeto que nasce de extensa pesquisa, viagens e observações de mercado, com a proposta de levar o ensino socioemocional para as escolas brasileiras.
Inspiração global para a Conecta
Para estruturar o negócio, Rafael viajou à Suécia para participar de eventos promovidos pelo Inner Development Goals, e também à França, onde conheceu de perto a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A partir do contato com práticas globais ligadas à educação e ao desenvolvimento socioemocional, surgiu a empresa. No entanto, a Conecta vai além: uma de suas bases está na Aprendizagem Criativa, desenvolvida pelo MIT Media Lab.
Primeiro foco em escolas particulares
Guarita afirma que montou uma equipe experiente e que o primeiro passo será oferecer as soluções da Conecta para escolas particulares. “O mercado é muito setorizado, então não dá para pegar a mesma solução, com a mesma cara, para a escola pública e a privada”, explica o idealizador e CEO da Conecta. “Hoje, essa cara que temos é para a escola privada.”
Isso não significa que os alunos da rede pública não possam, no futuro, ser beneficiados pela iniciativa. “Quero muito levar para as escolas públicas também”, afirma à Coluna. “Só que isso levará alguns anos”, indica o executivo.
Planos futuros e crescimento gradual
Guarita conta que, após o lançamento da startup na próxima semana em São Paulo, começará a captação de clientes, momento em que o negócio realmente inicia. Ele revela à Coluna que pretende começar devagar, construindo aos poucos a empresa, cuja missão é ampliar o potencial humano por meio da força da educação.



