O Parque Zoológico Municipal de Volta Redonda, no sul do Rio de Janeiro, devolveu oito animais silvestres à natureza após um período de reabilitação. A ação, coordenada pela prefeitura, incluiu a soltura de um tamanduá-mirim, três tatus e quatro gambás, todos resgatados em áreas urbanas da cidade.
Processo de reabilitação e soltura
Os animais deram entrada no zoológico após serem encontrados em situação de vulnerabilidade. De acordo com a administração municipal, os gambás chegaram ainda filhotes e passaram por atendimento médico-veterinário, além de quarentena. Após receberem alta clínica e serem considerados aptos, foram reintegrados ao habitat natural em locais seguros.
O tamanduá-mirim e os tatus também passaram por avaliação e tratamento antes da soltura. A prefeitura não especificou o local exato da devolução, mas garantiu que todas as áreas são propícias à sobrevivência das espécies.
Periquitões encaminhados para ONG
Além dos oito animais, 27 periquitões foram transferidos para uma ONG especializada em reabilitação e soltura de aves no Rio de Janeiro. Segundo a prefeitura, as aves chegaram ao zoológico encaminhadas por moradores. Por serem filhotes, permaneceram no setor de biologia da unidade, onde receberam tratamento e cuidados específicos.
“Como necessitavam de um período maior de reabilitação, foram encaminhados para a ONG, onde continuarão o processo até estarem prontos para serem devolvidos à natureza”, informou a prefeitura em nota.
Importância da reabilitação de fauna silvestre
A ação integra o trabalho contínuo do Parque Zoológico Municipal de Volta Redonda no resgate e reabilitação de animais silvestres. A prefeitura ressalta que a população pode colaborar acionando os órgãos competentes ao encontrar animais feridos ou em situação de risco, evitando o manuseio direto.
O zoológico mantém um setor de biologia dedicado ao atendimento de fauna, com profissionais habilitados para tratamento e posterior soltura ou encaminhamento a instituições parceiras.



