Alan Lopes critica falta de transparência nos ganhos de procuradores do RJ
Alan Lopes critica falta de transparência de procuradores

Deputado critica falta de transparência nos ganhos de procuradores

O deputado estadual Alan Lopes (PL) criticou duramente a "falta de transparência" nos rendimentos dos procuradores do Estado do Rio de Janeiro, durante reunião da Comissão Especial para Contenção dos Gastos no Estado do Rio, realizada nesta terça-feira, 7 de julho de 2026. Segundo o parlamentar, nenhum procurador recebe menos de R$ 55 mil por mês, valor que considera excessivo diante da situação fiscal do estado.

Exoneração de cargos comissionados gera polêmica

Lopes também criticou as exonerações de cargos comissionados promovidas por Ricardo Couto, controlador-geral do estado, afirmando que as medidas atingem servidores ligados à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). "Aqui não tem vagabundo", declarou o deputado, defendendo a manutenção dos postos de confiança indicados pela Casa.

Comissão cobra medidas da Controladoria Geral do Estado

A Comissão Especial para Contenção dos Gastos cobrou da Controladoria Geral do Estado (CGE) ações contra contratos sigilosos e maior transparência nos gastos públicos. O órgão foi instado a apresentar relatórios detalhados sobre os valores pagos a procuradores e a justificativa para as exonerações. O deputado Alan Lopes afirmou que a falta de clareza nos ganhos dos procuradores impede o controle social e a avaliação da eficiência do gasto público.

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Impacto no orçamento público

Os salários dos procuradores, que partem de R$ 55 mil, representam uma parcela significativa da folha de pagamento do estado, que enfrenta restrições orçamentárias. A comissão busca identificar possíveis excessos e sugerir cortes para equilibrar as contas. Lopes destacou que a transparência é fundamental para que a população entenda como o dinheiro público é aplicado.

"Não podemos aceitar que servidores recebam valores tão altos sem que haja clareza sobre os critérios e a contrapartida", afirmou o deputado, que prometeu levar o caso ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado.

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