PF nega delação de Vorcaro por falta de provas e interesse técnico
PF nega delação de Vorcaro por falta de provas

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (3) que não há "interesse técnico" nem elementos jurídicos para um acordo de delação premiada com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo Rodrigues, as informações apresentadas pela defesa de Vorcaro não trazem novidades e não foram corroboradas com documentos.

Falta de corroboração documental

Em entrevista coletiva, Rodrigues explicou que a PF analisou duas propostas de colaboração premiada feitas por Vorcaro, mas ambas foram rejeitadas. "O que foi trazido não trouxe elementos novos que justificassem um acordo. Além disso, não houve corroboração documental dos relatos apresentados", disse o diretor. A corporação entende que o banqueiro não conseguiu comprovar suas alegações com provas materiais.

Preservação de provas para evitar anulação

Rodrigues também destacou que a PF adota medidas para preservar as provas já obtidas no âmbito das investigações, evitando riscos de anulação futura. "Estamos atuando com rigor técnico para garantir a validade de todo o material coletado", afirmou. A decisão de não firmar a delação visa proteger a integridade das investigações em curso.

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O caso envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master continua sob análise da Polícia Federal, que mantém a posição de que não há elementos para uma colaboração premiada nos moldes propostos pela defesa.

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