A cantora Fernanda Abreu celebrou os 30 anos do álbum 'Da Lata' durante o festival Mimo, em Guimarães, Portugal, e aproveitou para fazer um alerta aos cariocas sobre a importância do voto consciente. Em entrevista, ela destacou que todos os governadores do Rio de Janeiro que estavam no cargo no mesmo período do lançamento do disco foram presos ou afastados por corrupção.
Show em Guimarães marca três décadas de 'Da Lata'
O show no festival Mimo, que ocorreu na cidade portuguesa de Guimarães, foi especial para Fernanda Abreu, que revisitou o repertório de 'Da Lata', lançado em 1994. O álbum é um marco na carreira da cantora, misturando pop, funk e música brasileira. A apresentação contou com a participação do guitarrista Billy Brandão e do percussionista Jovi Joviniano.
Crítica à corrupção no Rio de Janeiro
Durante a passagem por Portugal, Fernanda Abreu não poupou críticas à situação política do Rio de Janeiro. Ela lembrou que, desde o lançamento de 'Da Lata', todos os governadores do estado foram presos ou afastados por envolvimento em esquemas de corrupção. 'O carioca precisa se conscientizar na hora de votar. Não podemos mais eleger pessoas que depois vão parar na cadeia', afirmou a cantora.
Festival Mimo promove cultura brasileira
O festival Mimo, que acontece anualmente em Guimarães, tem como objetivo promover a cultura brasileira em Portugal. Além de Fernanda Abreu, o evento contou com apresentações de artistas internacionais e brasileiros, reforçando os laços culturais entre os dois países. A cantora celebrou a oportunidade de levar sua música para o público português e refletir sobre questões sociais importantes.
Importância do voto consciente
Fernanda Abreu reforçou que a participação política é fundamental para mudar o cenário de corrupção. 'Precisamos de eleitores informados, que cobrem transparência e ética dos nossos representantes', disse. Ela também destacou que a música pode ser uma ferramenta de conscientização, mas que a ação política é indispensável. O show em Portugal serviu não apenas como celebração musical, mas também como um chamado à reflexão sobre o futuro do Rio de Janeiro.



