O fenômeno Super El Niño, que deve reduzir as chuvas no Norte e no Nordeste e elevar a precipitação no Sul, exige que as cidades estejam mais preparadas para os extremos climáticos. A Aegea, concessionária de saneamento, antecipou obras críticas de captação e produção de água e mantém planos de contingência dimensionados em cada território onde atua.
Impactos regionais do Super El Niño
De acordo com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Super El Niño deve provocar seca na região Norte e Nordeste, enquanto o Sul enfrentará chuvas intensas. A Aegea informou que já iniciou obras emergenciais para garantir o abastecimento, como a ampliação de sistemas de captação e a construção de novos reservatórios.
Medidas da Aegea
Em nota, a Aegea destacou que "antecipou obras críticas de captação e produção de água" e que "mantém planos de contingência dimensionados em cada território". A empresa também reforçou o monitoramento de mananciais e a comunicação com as defesas civis locais.
Preparação urbana necessária
Especialistas ouvidos pela reportagem alertam que as cidades precisam se adaptar rapidamente. "O Super El Niño é um alerta para que governos e concessionárias invistam em infraestrutura resiliente", afirmou o meteorologista Carlos Nobre. A Aegea, que atende mais de 30 milhões de pessoas em 500 municípios, diz estar preparada para os cenários previstos.



