Fenômenos climáticos como El Niño, ondas de calor, enchentes e secas passaram a integrar as projeções do Banco Central, do Ministério da Fazenda e do mercado financeiro. Com o aumento da frequência dos eventos extremos, o clima é tratado como um fator capaz de influenciar a economia.
Risco para a produção de alimentos e inflação
O El Niño é considerado um fator de risco porque pode reduzir a produção de alimentos, encarecer a geração de energia e pressionar a inflação. Por isso, o Banco Central acompanha o fenômeno em suas projeções para os preços, assim como o governo monitora seus possíveis impactos.
Além de aumentar os gastos públicos com resposta a desastres, os eventos climáticos podem influenciar a trajetória dos juros. Para especialistas, o risco climático passou a integrar as decisões econômicas, ao lado de fatores como o risco fiscal e o cambial.
Clima como variável econômica
Segundo o g1, que publicou a análise, o clima agora é acompanhado de perto por economistas e formuladores de política. A cada semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o bolso do cidadão.



